segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Missa de abertura do semestre.

Na ultima segunda-feira dia 24 de janeiro 2011, foi celebrada a Santa missa na Fraternidade de Santa Monica na Ordem de Santo Agostinho, iniciando assim as atividades desde ano. A Celebração foi celebrado pelo Frei Luiz Antonio e concelebrando Frei Haroldo, formadores dos Apirantes.
A Santa missa conto com a presença dos 16 Seminarista Aspirantes, que estarão iniciando neste ano de 2011, a Filosofia.
Que Deus Abençoá a Cada um Deles, e que sejam fieis neste nova caminhada em suas vidas.
Familia Agostiniana






Proclamação do Evangelho

Santa missa

Familia Agostiniana





segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Abertura do Ano de Noviciado

No dia 22 de janeiro, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Bragança Paulista - SP, foi aberto o ano de Noviciado 2011, com o ingresso de dez noviços do Vicariato Nossa Senhora da Consolação do Brasil: Freis Ailton Miranda, Anderson Domingues, Clésio Dias, Cleyton Monteiro, Fellipe Toledo, João Batista, Leandro Rossetto, Samuel Marques, Thiago Nascimento e Welder Lancieri. O Mestre de Noviços é Frei Márcio A. Vidal de Negreiros, auxiliado pelos Freis José Pires Aguiar e Antônio Vicente Sales.  Os novos noviços e o mestre foram apresentados à comunidade paroquial pelo Vicário Regional Frei Paulo Gabriel que presidiu a Eucaristia. Fizeram seu pedido de ingresso e após a bênção dos hábitos foram revestidos pelos seus respectivos padrinhos de hábito. Durante um ano são chamados a viver em comunidade buscando por em prática o carisma agostiniano: vida fraterna, estudos, interioridade, busca de Deus, serviço à comunidade, discernindo sua vocação e visando sua consagração religiosa pelos votos de pobreza, obediência e castidade. Participaram da celebração vários religiosos, familiares e fiéis da paróquia.



Noviços e mestre


Santa missa


Ordem de Santo Agostinho


domingo, 16 de janeiro de 2011

Celebração de Envio do Seminarista Fabio Gonçalves

No dia 09 de janeiro de 2011, foi celebrado as 19:00hrs na Igreja de São Luiz Gonzaga, no Bairro de São Luiz em Santa Maria de Jetiba-ES, o envio do Agora, Seminarista Fabio Gonçalves.
Um Celebração Linda com a presença dos Celebrantes, Seminarista Uanderson Abilio  e o Vocacionado Lucas, do seminário Nossa Senhora da Penha da Arquidioçese de Vitória. Conto ainda com a presença de todos os seus familiares, parentes, amigos e paroquianos das paróquias vizinhas..
Na celebração conto com momentos emocionantes, nos quais foram, o momento da Vestimenta, a Homenagem que a comunidade de São Luis fez com uma musica com seu nome, e os agradecimentos.
A celebração sem duvida foi um momento inesquecível para toda a  comunidade de São Luiz, mais não conteve a emoção de muitos principalmente de sua mãe, que agora ganha um Filho nos caminhos de Cristo.
Fábio, inicia seu caminho Religioso na Ordem de Santo Agostinho, na Fraternidade Santa Monica no Aspirantado em Belo Horizonte - MG, onde iniciara seus Estudos Filosóficos.
Desejamos ao Seminarista Fábio um Caminho Cheio de Luz, e com muitas bençãos derramadas do céu, e que Nossa Senhora da Consolação lhe protege e Guarde em toda sua Vida.
São os Votos  de sua familia e amigos.


mãe emocionada

Altar preparado

Voc. Lucas

Renovação das promessas dos batismo

vestimenta









acolhida do novo seminarista

Fabio e sua  Mãe

Benção de Envio


Grupo de Canto

Marinete foi Professora de Catequese dele.

Grandes amigas

sábado, 1 de janeiro de 2011

Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus

A paz é “o dom messiânico por excelência”, mas é também “um valor humano para promover a coesão social e política, mas tem suas raízes no mistério de Cristo”, afirmou o Papa Bento XVI na homilia da Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, neste sábado, 1º, Dia Mundial da Paz. 

O Santo Padre refletiu sobre as leituras da Missa e observou que é a partir do Filho que o evangelista fala da maternidade de Maria. Contudo, essa atenção prevalecente a Jesus, não reduz a função de Maria, pelo contrário, coloca-a na justa perspectiva, explicou.

“De fato, Maria é a verdadeira Mãe de Deus, precisamente em virtude da sua total relação com Cristo. Portanto, glorificando o Filho, honra-se a Mãe e honrando a Mãe glorifica-se o Filho", destacou Bento XVI, que complementa: "O título de Mãe de Deus, que hoje a liturgia destaca, sublinha a missão única da Virgem Santa na história da salvação, missão que está na base do culto e da devoção que o povo cristão lhe reserva”.

E é precisamente neste dia em que a Igreja celebra Maria, com o título de Mãe de Deus e dos homens, que no dia 1º de Janeiro de 1968, começou a se celebrar, em todo o mundo, o Dia Mundial da Paz.

“A paz é dom de Deus, como escutamos na primeira leitura: "O Senhor (…) te dê a paz". Esta é o dom messiânico por excelência, o primeiro fruto da caridade que Jesus nos deu, é a nossa reconciliação e pacificação com Deus”, destacou o Papa.

Neste contexto, o Santo Padre dirigiu uma saudação especial a todos os embaixadores presentes na celebração, assim como aos responsáveis da Cúria Romana, em especial, ao presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, Cardeal Turkson, e colaboradores. A todos Bento XVI exprimiu o seu “vivo reconhecimento pelo empenho cotidiano a favor de uma pacífica convivência entre os povos e da formação cada vez mais sólida de uma consciência de paz na Igreja e no mundo”. 

“Nesta perspectiva - assegurou o Papa, a comunidade eclesial está cada vez mais empenhada em atuar… para oferecer um seguro patrimônio espiritual de valores e princípios, na contínua busca da paz”. Foi o que recordou o Santo Padre na Mensagem para este Dia da Paz, sobre o tema “liberdade religiosa, caminho para a paz”.

“O mundo tem necessidade de Deus. Tem necessidade de valores éticos e espirituais, universais e partilhados, e a religião pode oferecer um precioso contributo na sua busca, para a construção de uma ordem social e internacional justa e pacífica. A liberdade religiosa é, portanto, elemento imprescindível num Estado de direito; não pode ser negada sem que se afete ao mesmo tempo todos os direitos e liberdades fundamentais, dos quais é síntese e cume”.

“A humanidade – insistiu o Papa – não pode se mostrar resignada à força negativa do egoísmo e da violência, não pode se habituar a conflitos que provocam vítimas e põem em risco o futuro dos povos”.

“Perante as ameaçadoras tensões do momento, especialmente perante as discriminações, os abusos e as intolerâncias religiosas que hoje afetam de modo particular os cristãos, mais uma vez dirijo um premente apelo a não ceder ao mal-estar e à resignação. Exorto todos a rezarem para que cheguem a bom termo os esforços empreendidos em diversas partes para promover e construir a paz no mundo”.

“Para esta difícil tarefa – observou ainda o Papa – não bastam as palavras, é preciso o empenho concreto e constante das Nações, mas é sobretudo necessário que cada pessoa esteja animada do autêntico espírito de paz, que a peça sempre de novo na oração e a viva nas relações cotidianas, em cada ambiente."

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Santos Inocentes

A festa dos Santos Inocentes é do século V, pouco mais ou menos. A morte destas crianças manifesta, a seu modo, a realeza de Jesus. Foi por ter acreditado nas palavras dos Magos e dos Príncipes dos Sacerdotes, por ele consultados, que Herodes viu no Menino Jesus de Belém um rival, e perseguiu com carnificina o "Rei dos Judeus", que acabava de nascer. Mas, como canta a Igreja: "Cruel Herodes, que receias tu da vinda de Cristo? Não arrebata os cetros mortais, aquele que dá os reinos celestes".


É a glória deste Rei Divino que os Inocentes proclamam com a sua morte e a honra que eles dão a Deus é um motivo de confusão para os inimigos de Jesus, porque, longe de conseguirem o fim que se propunham, não fazem mais que dar cumprimento às profecias, as quais anunciavam que o Filho do Homem voltaria do Egito e que em Belém seria grande o choro das mães lamentando a morte dos filhos. E para pôr mais ao vivo a desolação dessas mães, Jeremias evoca Raquel, mãe de Benjamim, chorando a perda de seus descendentes. Mãe compassiva, a Igreja reveste os seus ministros de paramentos de cor vermelha que lembra o sangue derramado pelos inocentes.

Confessemos nós por uma vida isenta de vícios a divindade de Jesus que estas almas inocentes confessaram com a morte.

A festa de hoje também é um convite a refletirmos sobre a situação atual desses milhões de "pequenos inocentes": crianças vítimas do descaso, do aborto, da fome e da violência. Rezemos neste dia por elas e pelas nossas autoridades, para que se empenhem cada vez mais no cuidado e no amor às nossas crianças, pois delas é o Reino dos Céus. Por estes pequeninos, sobretudo, é que nós cristãos aspiramos a um mundo mais justo e solidário.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

bênção Urbi et Orbi




"Deus não está longe: está perto. [...] Não é um desconhecido: tem um rosto, o rosto de Jesus", disse Bento XVI aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano, por ocasião daMensagem de Natal com a bênção Urbi et Orbi [Sobre a cidade de Roma e o Mundo].
O encontro aconteceu às 9h (horário de Brasília - 12h em Roma) e o Pontífice concedeu a bênção em 65 línguas, a partir do Balcão central da Basílica de São Pedro.






"Verbum caro factum est – o Verbo fez-Se carne" (Jo 1, 14).



Queridos irmãos e irmãs, que me ouvis em Roma e no mundo inteiro, é com alegria que vos anuncio a mensagem do Natal: Deus fez-Se homem, veio habitar no meio de nós. Deus não está longe: está perto, mais ainda, é o "Emanuel", Deus conosco. Não é um desconhecido: tem um rosto, o rosto de Jesus.
Trata-se de uma mensagem sempre nova, que não cessa de surpreender, porque ultrapassa a nossa esperança mais ousada. Sobretudo porque não se trata apenas de um anúncio: é um acontecimento, um fato sucedido, que testemunhas credíveis viram, ouviram, tocaram na Pessoa de Jesus de Nazaré! Permanecendo com Ele, observando os seus atos e escutando as suas palavras, reconheceram em Jesus o Messias; e, ao vê-Lo ressuscitado, depois que fora crucificado, tiveram a certeza de que Ele, verdadeiro homem, era simultaneamente verdadeiro Deus, o Filho unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade (cf. Jo 1, 14).
"O Verbo fez-Se carne". Fitando esta revelação, ressurge uma vez mais em nós a pergunta: Como é possível? O Verbo e a carne são realidades opostas entre si; como pode a Palavra eterna e onipotente tornar-se um homem frágil e mortal? Só há uma resposta possível: o Amor. Quem ama quer partilhar com o amado, quer estar-lhe unido, e a Sagrada Escritura apresenta-nos precisamente a grande história do amor de Deus pelo seu povo, com o ponto culminante em Jesus Cristo.
Na realidade, Deus não muda: mantém-se fiel a Si mesmo. Aquele que criou o mundo é o mesmo que chamou Abraão e revelou o seu próprio Nome a Moisés: Eu sou Aquele que sou… o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó… Deus misericordioso e compassivo, cheio de amor e fidelidade (cf. Ex 3, 14-15; 34, 6). Deus não muda: Ele é Amor, desde sempre e para sempre. Em Si mesmo, é Comunhão, Unidade na Trindade, e cada obra e palavra sua tem em vista a comunhão. A encarnação é o ápice da criação. Quando no ventre de Maria, pela vontade do Pai e a ação do Espírito Santo, se formou Jesus, Filho de Deus feito homem, a criação atingiu o seu vértice. O princípio ordenador do universo, o Logos, começava a existir no mundo, num tempo e num espaço.
"O Verbo fez-Se carne". A luz desta verdade manifesta-se a quem a acolhe com fé, porque é um mistério de amor.Somente aqueles que se abrem ao amor, são envolvidos pela luz do Natal. Assim sucedeu na noite de Belém, e assim é hoje também. A encarnação do Filho de Deus é um acontecimento que se deu na história, mas ao mesmo tempo ultrapassa-a. Na noite do mundo, acende-se uma luz nova, que se deixa ver pelos olhos simples da fé, pelo coração manso e humilde de quem espera o Salvador. Se a verdade fosse apenas uma fórmula matemática, em certo sentido impor-se-ia por si mesma. Mas, se a Verdade é Amor, requer a fé, o "sim" do nosso coração.
E que procura, efetivamente, o nosso coração, senão uma Verdade que seja Amor? Procura-a a criança, com as suas perguntas tão desarmantes e estimuladoras; procura-a o jovem, necessitado de encontrar o sentido profundo da sua própria vida; procuram-na o homem e a mulher na sua maturidade, para orientar e sustentar os compromissos na família e no trabalho; procura-a a pessoa idosa, para levar a cumprimento a existência terrena.
"O Verbo fez-Se carne". O anúncio do Natal é luz também para os povos, para o caminho coletivo da humanidade. O "Emanuel", Deus conosco, veio como Rei de justiça e de paz. O seu Reino – bem o sabemos – não é deste mundo, e todavia é mais importante do que todos os reinos deste mundo. É como o fermento da humanidade: se faltasse, definhava a força que faz avançar o verdadeiro progresso, o impulso para colaborar no bem comum, para o serviço desinteressado do próximo, para a luta pacífica pela justiça. Acreditar em Deus, que quis compartilhar a nossa história, é um constante encorajamento a comprometer-se com ela, inclusive no meio das suas contradições; é motivo de esperança para todos aqueles cuja dignidade é ofendida e violada, porque Aquele que nasceu em Belém veio para libertar o homem da raiz de toda a escravidão.
A luz do Natal resplandeça novamente naquela Terra onde Jesus nasceu, e inspire Israelitas e Palestinos na busca de uma convivência justa e pacífica. O anúncio consolador da vinda do Emanuel mitigue o sofrimento e console nas suas provas as queridas comunidades cristãs do Iraque e de todo o Oriente Médio, dando-lhes conforto e esperança no futuro e animando os Responsáveis das nações a uma efetiva solidariedade para com elas. O mesmo suceda também em favor daqueles que, no Haiti, ainda sofrem com as consequências do terramoto devastador e com a recente epidemia de cólera. Igualmente não sejam esquecidos aqueles que, na Colômbia e na Venezuela, mas também na Guatemala e na Costa Rica, sofreram recentemente calamidades naturais.
O nascimento do Salvador abra perspectivas de paz duradoura e de progresso autêntico para as populações da Somália, do Darfour e da Costa do Marfim; promova a estabilidade política e social em Madagáscar; leve segurança e respeito dos direitos humanos ao Afeganistão e Paquistão; encoraje o diálogo entre a Nicarágua e a Costa Rica; favoreça a reconciliação na Península Coreana.
A celebração do nascimento do Redentor reforce o espírito de fé, de paciência e de coragem nos fiéis da Igreja na China continental, para que não desanimem com as limitações à sua liberdade de religião e de consciência e, perseverando na fidelidade a Cristo e à sua Igreja, mantenham viva a chama da esperança. O amor do "Deus conosco" dê perseverança a todas as comunidades cristãs que sofrem discriminação e perseguição, e inspire os líderes políticos e religiosos a empenharem-se pelo respeito pleno da liberdade religiosa de todos.
Queridos irmãos e irmãs, "o Verbo fez-Se carne", veio habitar no meio de nós, é o Emanuel, o Deus que Se aproximou de nós. Contemplemos, juntos, este grande mistério de amor; deixemos o coração iluminar-se com a luz que brilha na gruta de Belém! Boas-festas de Natal para todos!


bênção Urbi et Orbi







segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Ordem de Santo Agostinho Ganha mais um Sacerdote


No dia 11 de dezembro, na paróquia Santa Rita de Cássia, na cidade de Santa Rita de Ouro Preto - Minas Gerais, o Frei Agostiniano, Haroldo Moreira Filho foi ordenado sacerdote pela imposição das mãos de Dom Francisco Barroso Filho, Bispo Emérito da Diocese de Oliveira-MG. Caso peculiar foi o fato de que Frei Haroldo foi batizado por Dom Barroso, quando este era pároco em Santa Rita de Ouro Preto.
A celebração foi um marco festivo e religioso para a pequena Santa Rita de Ouro Preto, situada nos vales circundados de Montanhas e muito verde. Cidade que se fez mais mineira no testemunho da acolhida aos Freis e padres que estiveram ali em missão, preparando a ordenação, como também aos visitantes que vieram de outras localidades e paróquias. O dia da Ordenação esteve marcado pela movimentação de visitantes na cidade e animada pela corporação musical vinda da cidade de Mariana-MG, banda que conduziu Frei Haroldo de sua residência até a capela onde os religiosos se paramentaram para a procissão até a Matriz. Também o grupo de congada animou o povo e conduziu Frei Haroldo até a capela.
A celebração contou com a presença de vários sacerdotes religiosos e diocesanos, com o Vicário Regional Frei Paulo Gabriel e o Prior Provincial da Espanha, Frei Miguel Angel Orcasitas. Também os formandos do Vicariato, amigos e familiares lotarama  Igreja matriz e celebraram com alegria e fervor a eucaristia.  O rito de ordenação foi marcado por muita emoção e profunda acolhida na fé e na fraternidade ao novo sacerdote.
Frei Haroldo irá exercer seu ministério sacerdotal, a partir de janeiro, em Belo Horizonte, auxiliando também na casa de formação do Aspirantado Santa Mônica.