sábado, 23 de outubro de 2010

Santo Antônio de Sant'Anna Galvão

Conhecido como "o homem da paz e da caridade", Antônio de Sant'Anna Galvão, nasceu no dia 10 de Maio de 1739, na cidade de Guaratinguetá, São Paulo. 
Filho de Antônio Galvão, português natural da cidade de Faro em Portugal e de Isabel Leite de Barros, natural da cidade de Pindamonhangaba, em São Paulo. O ambiente familiar era profundamente religioso. Antônio viveu com seus irmãos numa casa grande e rica, pois seus pais gozavam de prestigio social e influência política. 
O pai, querendo dar uma formação humana e cultural segundo suas possibilidades econômicas, mandou Antônio, com a idade de 13 anos, à Bahia a fim de estudar no seminário dos padres jesuítas. 

Em 1760 ingressou no noviciado da Província Franciscana da Imaculada Conceição, no Convento de São Boaventura do Macacu, na Capitania do Rio de Janeiro. Foi ordenado sacerdote no dia 11 de julho de 1762, sendo transferido para o Convento de São Francisco em São Paulo. 

Em 1774, fundou o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência, hoje Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz, das Irmãs Concepcionistas da Imaculada Conceição. 
Cheio do espírito da caridade, não media sacrifícios para aliviar os sofrimentos alheios. Por isso o povo a ele recorria em suas necessidades. A caridade de Frei Galvão brilhou, sobretudo, como fundador do mosteiro da Luz, pelo carinho com que formou as religiosas e pelo que deixou nos estatutos do então recolhimento da Luz. São páginas que tratam da espiritualidade, mas em particular da caridade de como devem ser vivida a vida religiosa e tratadas as pessoas de dentro e de fora do "recolhimento". 
Às 10 horas do dia 23 de dezembro de 1822, no Mosteiro da Luz de São Paulo, havendo recebido todos os Sacramentos, adormeceu santamente no Senhor, contando com seus quase 84 anos de idade. Foi sepultado na Capela-Mor da Igreja do Mosteiro da Luz, e sua sepultura, ainda hoje continua sendo visitada pelos fiéis. 

Sobre a lápide do sepulcro de Frei Galvão está escrito para eterna memória: "Aqui jaz Frei Antônio de Sant'Anna Galvão, ínclito fundador e reitor desta casa religiosa, que tendo sua alma sempre em suas mãos, placidamente faleceu no Senhor no dia 23 de dezembro do ano de 1822". Sob o olhar de sua Rainha, a Virgem Imaculada, sob a luz que ilumina o tabernáculo, repousa o corpo do escravo de Maria e do Sacerdote de Cristo, a continuar, ainda depois da morte, a residir na casa de sua Senhora ao lado de seu Senhor Sacramentado. 
Frei Galvão é o religioso no qual o coração é de Deus, mas as mãos e os pés são dos irmãos. Toda a sua pessoa era caridade, delicadeza e bondade: testemunhou a doçura de Deus entre os homens. Era o homem da paz, e como encontramos no Registro dos Religiosos Brasileiros: "O seu nome é em São Paulo, mais que em qualquer outro lugar, ouvido com grande confiança e não uma só vez, de lugares remotos, muitas pessoas o vinham procurar nas suas necessidades". 
O dia 25 de outubro, dia oficial do santo, foi estabelecido, na Liturgia, pelo saudoso Papa João Paulo II, na ocasião da beatificação de Frei Galvão em 1998 em Roma. Com a canonização do primeiro santo que nasceu, viveu e morreu no Brasil, a 11 de maio de 2007, o Papa Bento XVI manteve a data de 25 de outubro.








Santa missa de Canonização de frei Galvão




Relíquia de Frei Galvão
Santo Antônio de Sant'Anna Galvão, rogai por nós!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Novos Poetas

Aprendi

A viver no silêncio
A chorar no silêncio
A amar no silêncio
A conquistar no silêncio
A perder no silêncio

Gildimar Guilherme

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Outubro, mês do Rosário


"Meditar com o Rosário significa entregar os nossos cuidados aos corações misericordiosos de Cristo e da sua Mãe. Verdadeiramente o Rosário “marca o ritmo da vida humana”, para harmonizá-la com o ritmo da vida divina, na gozosa comunhão da Santíssima Trindade, destino e aspiração da nossa existência"
(João Paulo II)
Outubro é o mês de Nossa Senhora Aparecida, é, ao mesmo tempo, mês de Nossa Senhora do Rosário, bem como é o mês de Nossa Senhora Rainha. Outubro é, como maio, um mês de Maria, ela que é a aurora da salvação, ela que é a missionária por excelência, ela que, com toda a disponibilidade, nos trouxe o Filho de Deus, o nosso Salvador.
Em suas diversas aparições a pessoas de fé, no decorrer da História, Maria sempre nos alertou sobre as misérias mundanas que podemos evitar, sanar, combater. Para isso um pedido constante dessa nossa mãe celeste é a oração.
O rosário é uma oração popular e justamente agradável a Deus. Como Maria é nossa medianeira, a oração do rosário, feita com verdadeira piedade, é uma alavanca que conseguirá remover do mundo tanta miséria e tanta violência.
Antes de concluir suas saudações nos diversos idiomas, durante a audiência geral realizada no dia 06 de outubro de 2010, na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI animou os fiéis a “redescobrir” a oração do terço.  ”Outubro é o mês do rosário, que nos convida a valorizar essa oração tão querida pela tradição do povo católico“, afirmou o Pontífice.
Recordando que no dia 7 de outubro celebra-se Nossa Senhora do Rosário, o Papa convidou-nos a “fazer do terço sua oração de todos os dias”. “Animo-vos a crescer, graças à oração do terço, no confiante abandono nas mãos de Deus”, prosseguiu. O Papa concluiu exortando a “fazer do terço uma contemplação constante dos mistérios de Cristo“.
Peçamos a Maria, Mãe Imaculada, em qualquer das invocações que o povo devoto lhe atribui, que nos ajude a ser missionários de seu Filho Jesus. E que, através da reza diária do Terço, saibamos fortalecer a nossa fé a cada dia. Que ela, através dos anjos, proteja todas as crianças e dê sabedoria aos pais e professores, para que possam lhes ministrar uma boa educação. 
Nossa Senhora do Rosário, Rogai por nós!

Nossa Senhora da Consolação e Correia

Era costume, na Judéia, que as mulheres, desde pequenas, andarem cingidas com uma correia, como símbolo de pureza. A Santíssima Virgem, como toda judia, também usou a correia durante toda sua vida. Para mostrar aos fiéis quanto lhe é grata a devoção à sagrada correia, a Mãe de Deus tem-se manifestado por diversas maneiras e realizado inúmeros prodígios.
Por ocasião de sua morte, narra a tradição, achavam-se, reunidos junto dela, e receberam as suas últimas palavras e despedidas, todos os apóstolos, exceto São Tomé, que, estando muito longe, chegara três dias depois. Estando sepultada a Santíssima Virgem, ficou ele muito triste e teve grande desejo de vê-la ainda uma vez. Os apóstolos, que ainda velavam o sepulcro, removeram a pedra que o fechava, para atender ao seu pedido. Com espanto geral, viram que o corpo de Nossa Senhora não se achava ali, encontrando-se apenas suas vestes e a correia no meio de rosas que exalavam suave perfume.

O Apóstolo Tomé venerou com muito respeito as relíquias, que ficaram guardadas na mesma sepultura. Por devoção, e como lembrança da Santíssima Virgem, usou, desde aquele dia, uma correia e com ela realizou extraordinário prodígio, narrada pela tradição.
Passados muitos anos, um novo acontecimento veio acentuar a fama da santa correia:
Juvenal, patriarca de Jerusalém, encontrou, no sepulcro da Santíssima Virgem, sua correia, e a Imperatriz Santa Pulquéria a fez transportar para Constantinopla, colocando-a numa Igreja de Nossa Senhora, construída para este fim. A piedade da princesa contribuiu para que se aumentasse a devoção à correia de Nossa Senhora entre os fiéis da Igreja grega, na qual se estabeleceu a festa de sua Invenção e outra, da sua Trasladação.
Este culto continuou por muito tempo, pois, São Germano, Patriarca de Constantinopla, pelos anos 720, escreveu e pronunciou diversos sermões em honra da correia de Maria, citando vários milagres sucedidos pelo seu uso. Num dos sermões, diz o seguinte: “Não é possível olhar nossa venerável Correia, ó SS. Virgem, sem sentir-se cheio de gozo e penetrado de devoção”.

O Monge Eutimio, que viveu pelos anos de 1098, pregando sobre ela, dizia: Nós veneramos a santa correia, vemo-la conservar-se inteira depois de novecentos anos: cremos que, de fato, a Rainha do Céu cingiu-se com ela.




ORAÇÃO DA CONSOLAÇÃO

Senhor Jesus Cristo,
Vós que vos sensibilizastes ao ver:
O povo sofrendo,
Os apóstolos cansados,
Os jovens desesperançados,
Os doentes tristes,
As crianças esquecidas,
Os pobres oprimidos,
As mulheres marginalizadas,
E vos comprometestes e os consolastes exclamando:
“vinde a mim todos que estais aflitos e eu os aliviarei” (MT. 11.29)
Nós vos pedimos luz para imitar o exemplo de Maria a quem nós amamos e invocamos como nossa Mãe da Consolação.
Fazei-nos, por ela, descobrir a forma de sermos solidários com aqueles que choram, com os pobres, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os que buscam a paz e os que são perseguidos por causa da justiça.
Senhor, que dessa forma, com a ajuda de NOSSA MÃE DA CONSOLAÇÃO, consigamos realizar o vosso reino de justiça, de serviço, de liberdade e fraternidade.
Senhor, que MARIA, MÃE DA CONSOLAÇÃO, seja nossa companheira de caminhada e nos ajude a chegar até vós, que sois o CAMINHO, a VERDADE e a VIDA.AMÉM.

Nossa Senhora da Consolação, Rogai por nós!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Encontro Vocacional

Dos dias 08 a 11 de outubro, realizou-se a II Etapa dos encontros vocacionais de nosso Vicariato, reunindo os vocacionados que haviam participado na etapa anterior realizada em três locais diferentes: Bragança Paulista - SP, Carpina - PE e Mário Campos - MG. Esta segunda etapa aconteceu no Recanto Santo Agostinho, região de Belo Horizonte e contou com a presença de 24 vocacionados, equipe vocacional e formandos que ajudaram na organização. Durante o encontro realizou-se também um dia de encontro de todos os formandos do Vicariato para a realização de um trabalho de análise institucional sobre a Formação atual. Estiveram presentes os 37 formandos das diversas etapas.
Deste grupo de vocacionados foram selecionados os que estarão no próximo ano ingressando na etapa inicial da formação no ano de Aspirantado.

                                                                  (fonte http://www.agostinianos.org.br/)

Recanto Agostiniano

Mario Campos


Noite Cultural
Santa missa
Santa missa


Vocacionados e o Freis

Agostinianos

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Santa Monica

Muito que Sabemos de sua vida foi através das "Confissões" de Santo Agostinho, seu filho.Ela nasceu em Tagaste, Algéria, em 332. Casou-se cedo com Patrício; ele era pagão e tinha um temperamento violento. A vida de casada de Mônica era muito difícil, seu marido se aborrecia com suas orações. Muitas mulheres de Tagaste tinham problemas em casa e Mônica, com sua doçura e paciência, era um exemplo para elas.
O casal teve três filhos: Agostinho, Navigius e Perpétua. Nenhum deles foi batizado enquanto pequeno. Agostinho lhe dava muitos problemas e foi mandado para Madaura para estudar. Ela teve uma compensação: a conversão de seu marido, que morreu logo depois. Santa Mônica decidiu não se casar novamente. Nesse ínterim, Agostinho foi seguir seus estudos em Cartago, onde aderiu à seita dos maniqueus.

De volta em casa, Agostinho levanta proposições heréticas e sua mãe o expulsa, mas ela volta atrás. Santa Mônica vai se aconselhar com um bispo, que a ajuda a perceber que o tempo da conversão de Agostinho ainda não tinha chegado.

Agostinho viaja escondido para Roma e sua mãe o segue. Quando ela chega, ele já tinha partido para Milão e ela continua em seu percalço; chegando, ela conhece o bispo de Milão, Santo Ambrósio, que contribui para a conversão de Santo Agostinho em 386. Agostinho é batizado no ano seguinte, na igreja de São João Batista, em Milão. Ainda em 387 resolvem voltar à África e Santa Mônica morre na viagem, em Ostia, perto de Roma, onde é enterrrada.
Santa Mônica fica como esquecida durante anos até que, no século XIII, seu culto começa a se espalhar e, no calendário da Igreja, foi marcado o dia 4 de maio, véspera da conversão de seu filho, para se realizarem festas em sua homenagem. Em 1430, o Papa Martinho V ordenou que suas relíquias fossem levadas para Roma e muitos milagres aconteceram no caminho, consolidando o culto da santa. O arcebispo de Rouen, Cardeal d'Estouteville, construiu uma igreja em Roma em honra a Santo Agostinho e depositou as relíquias de sua mãe em uma capela à esquerda do altar principal. O Ofício de Santa Mônica só entrou no Breviário Romano no século XVI.



Oração de santa Monica
"Modelo de Esposas e de Mães cristãs"

Ò Esposa e Mãe exemplar, Santa Mônica :
Tu que experimentaste as alegrias e as dificuldades da vida conjugal; Tu que conseguiste levar à fé teu esposo Patrício, homem de caráter desregrado e irascível;

Tu que choraste tanto e oraste dia e noite por teu filho Agostinho e não o abandonaste mesmo quando te enganou e fugiu de ti.

Intercede por nós, ó grande Santa, para que saibamos transmitir a fé em nossa família; para que amemos sempre e realizemos a paz.

Ajuda-nos a gerar nossos filhos também à vida da Graça; conforta-nos nos momentos de tristeza e alcança-nos da Santíssima Virgem, Mãe de Jesus e Mãe nossa, a verdadeira paz e a Vida Feliz. Amém

Santa Mônica, rogai por nós. 

domingo, 17 de outubro de 2010

Ordem de Santo Agostinho

A Ordem de Santo Agostinho  comprometida com o anúncio do Evangelho e com o ser presença como Igreja em nossa sociedade, trabalham e vivem em comunidade nos campos da educação, da promoção social, da pastoral paroquial e de movimentos eclesiais e sociais. Buscam transformar a realidade social, injusta e desigual, na realidade nova do Reino de Deus: fraternidade, igualdade, justiça e promoção da paz.
Seguem o ideal de Santo Agostinho e aqui, no Brasil, formam o Vicariato Nossa Senhora da Consolação do Brasil.






Carisma e Espiritualidade
A identidade espiritual da Ordem teve, desde o início, dois fundamentos. O primeiro, na pessoa de Santo Agostinho, de quem recebeu o ideal sobre a vida religiosa, especialmente a importância da busca interior de Deus, na vida comum e da disponibilidade em servir a Igreja. O segundo foi o Movimento Mendicante, pelo qual a Ordem de Santo Agostinho transformou-se numa “fraternidade apostólica”, ou seja, conservando a sua dimensão contemplativa, orientou-se para o serviço da Igreja, através de múltiplos apostolados.


O ideal “anima uma e cor unum in Deum” – uma só alma e um só coração orientados para Deus – tem suas raízes na própria vida de Deus, a Trindade, cujo “amor da unidade e a unidade do amor” constituem o sentido mesmo da Igreja missionária, unida à sua Cabeça, da qual provêm todos os bens – o Cristo Total. A vida religiosa, para Santo Agostinho, é um sinal magnífico dessa unidade e desse amor.


Três são os pilares sob os quais se eleva a fraternidade agostiniana: a via da interioridade (do exterior para o interior e daí para o alto, no encontro profundo com Cristo Mestre Interior); a vida em comunidade, com um destaque especial ao valor da amizade, tão caro para Agostinho e, por fim, o serviço à Igreja onde ela mais necessitar.


Poderíamos atualizar nosso carisma nesse lema: “Uma comunidade de irmãos e de amigos, a serviço da Igreja e da sociedade, solidários com os pobres e excluídos, tendo uma só alma e um só coração, numa contínua busca inquieta de Deus”. Procuramos viver, assim um “ideal comunitário de santidade” para sermos “Agostinianos novos para tempos novos!".




(trechos dos textos do site da Ordem http://www.agostinianos.org.br)

Vocacionados

Formadores




Nossa Senhora da Consolação e Correia, Rogai por nós!

Parabéns Avós

Parabenizo  aos meus Avós Martin e Alzira, que completaram 50 anos de casados no dia 02 de Outubro de 2010.
Um Casal que serve de exemplo para nós seguir.
 Amo Vocês...
Troca de Alianças
Netos
Beatriz e Fábio
Meus avós juntos com os filhos, minha mãe Elsa,  minhas Tias, Cenira, Gisela, Erezinha e meu Tio Maciel